Dr. Edson K. Watanabe - Cirurgão Dentista

Dr. Edson Watanabe

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Notícias

Levando os filhos ao dentista

Como dizer para a criança que ela está indo ao dentista? É necessário mentir?

Nunca se deve mentir ou enganar a criança, tentando esconder que irá levá-la ao consultório odontológico.

As crianças são bastante espertas; dessa maneira elas podem perder a confiança nos pais e associar a ida ao dentista a algum fator negativo. É melhor dizer a verdade e explicar que o dentista é seu colega e irá tratar dos seus dentes com muito cuidado e carinho.

Os pais devem permanecer na sala de atendimento durante a consulta?

Geralmente, quando a criança é pequena, até os 3 anos de idade, os pais podem permanecer dentro da sala, pois ela se sente mais segura e protegida com sua presença durante o tratamento. À medida que forem ficando mais velhas, conforme a decisão do dentista, os pais podem aguardar na sala de espera. Deve-se lembrar também que, durante a visita ao dentista, quanto menos acompanhantes melhor, porque será necessário o dentista dispensar-lhes atenção, diminuindo o ritmo de trabalho, além de poder atrapalhar o andamento da consulta devido à ansiedade ou à preocupação dos pais, que podem ser captadas pelas crianças.

E se a criança chorar e não quiser permanecer na cadeira odontológica?

Este é um comportamento bastante normal das crianças e não deve trazer preocupações. A criança é muito enérgica na faixa etária de 3 a 4 anos de idade, e o choro é uma maneira de enfrentar e liberar toda tensão e ansiedade frente a uma situação desconhecida. Não podemos impor a uma criança dessa idade que se sente na cadeira, fique quietinha e com a boca aberta. Os pais devem estar preparados para enfrentar esse tipo de situação dentro do consultório.

Como os pais podem cooperar durante os procedimentos?

Devem intervir se a criança tiver algum comportamento inadequado? As crianças podem utilizar alguns artifícios (fingir náuseas, vômitos, vontade de ir ao banheiro, tossir…) como forma de fugir de uma situação que nunca vivenciaram. Se a criança não estiver cooperando, acredite e confie que o cirurgião-dentista foi treinado para lidar com esses tipos de reações. Nunca brigue com a criança durante o tratamento nem bata. Procure conversar com ela apenas se o dentista pedir e procure falar somente coisas agradáveis, como: falar sobre heróis de desenho, contar histórias, cantar músicas de que ela goste…

O que não se deve dizer de jeito nenhum para a criança?

Para se sentir relaxada, a criança precisa de segurança, que, na maior parte das vezes, vem dos próprios pais. Portanto, os pais nunca devem comentar experiências desagradáveis ocorridas durante tratamentos passados e devem evitar palavras ou expressões como: “agulha”, “picada”, “sangue”, “você vai levar uma injeção do dentista”, “o dentista não vai te machucar” etc. Elogie o comportamento da criança e encoraje-a com palavras positivas.

Como os pais podem ajudar no tratamento odontológico dos filhos?

Os pais representam um fator importante e decisivo no sucesso do tratamento odontológico de seus filhos. Além dos cuidados profissionais do cirurgião dentista no consultório, é necessário o cuidado com os dentes da criança em casa. A escovação e o uso do fio dental devem ser  motivados e fazer parte do dia-a-dia da criança para que ela tenha saúde bucal. Mesmo que a criança não goste de ou não queira escovar os dentes, deve-se insistir até conseguir instalar esse hábito em sua rotina diária.

Dessa forma, os pais estarão oferecendo educação em saúde e permitindo que a criança cresça já acostumada com esses autocuidados, com o intuito de ter um sorriso bonito e saudável.

 

SORRIA SEMPRE!!!!
DEUS TE ABENÇOA!!!!
SUCESSOS!!!!

EDSON KAZUHIRA WATANABE

fonte: Orientações sugeridas por Liliane Cristine Jorge –  Mestranda da Disciplina de Odontopediatria do Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic e Daniela Prócida Raggio – Professora Coordenadora do Curso de Especialização em Odontopediatria do Centro de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic.